• Roni Carlos Costa Dalpiaz

O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS

Atualizado: 19 de Out de 2019

Há bem pouco tempo não tínhamos problemas do tipo...“Estou sem internet”, ou “Acabou a tinta da impressora”, ou ainda “Acabou a bateria do celular”.

Estes são três problemas que não existiam na minha infância, simplesmente porque não existiam os causadores. Simples assim!

Naquela época, uns quarenta e pouco anos atrás, o que tinha de mais moderno para comunicação entre pessoas era o telefone fixo. Os poucos telefones que existiam eram utilizados por meio de discagem indireta, através de uma telefonista. Você pedia e ela “completava” a ligação. Depois é que evoluiu para o DDD (Discagem Direta à Distância).

Internet? Não, nem se pensava em algo parecido. Nem “Os Jetsons” a previram.

Se você não sabe quem foram Os Jetsons, aproveita a internet e o Google e dá uma pesquisada. Lá você vai encontrar que a série foi criada em 1962 e teve apenas 24 episódios, sendo encerrada no ano seguinte. Em 1984 e 1987 foi relançada com novos episódios. O tema da série era o futuro da humanidade, no ano de 2062 (cem anos no futuro) ela introduzia no imaginário popular os carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado, e toda sorte de aparelhos eletrodomésticos e de entretenimento, robôs como criados, e tudo que dá para se imaginar do futuro. Muitas das invenções sugeridas pelos autores, circulam ao nosso lado nos dias de hoje.

Uma das coisas de maior importância para nós atualmente, e que não foi transmitida dessa forma no programa, é poderosa tecnologia de telefonia móvel e seus dispositivos que permitem constante acesso à internet (que também não foi concebida naquela época), além de grande variedade de aplicativos úteis.

Assim como projetado naquela série, as coisas continuam a mudar o tempo todo, só que com uma velocidade muito maior. O que demorava 50 anos, hoje pode mudar em 5 ou 10 anos, no máximo.

A minha geração viu, e passou, por grandes transformações e não ficou imune às mudanças. O que acontece hoje é que temos que nos adaptar sob pena de virarmos uma relíquia viva.

E assim também funciona para as cidades, o que servia no passado hoje, provavelmente, não mais servirá. Não da forma original. Terá que ser modificado, adaptado, reciclado ou, talvez, substituído por algo mais “moderno”.

Se formos mudando aos poucos e nos adaptando às mudanças lentamente não ficaremos para trás. Mas se deixarmos para mudar lá na frente, tudo de uma vez, será muito mais difícil e traumático. Pode não dar tempo, pode não ser suficiente e pode ser tarde demais.

Só para contextualizar essa ideia, vejam a diferença entre se adaptar ou manter ideias “novas” com conceitos antigos.

Olhem a fotografia que ilustra esta coluna, é de uma avenida moderna com conceitos modernos.

Se você não enxergou, não se preocupe, não está visível, está em baixo da terra.

Esta avenida, desta forma, foi feita há mais de 10 anos, e projetada para o futuro!

NB: Só para esclarecer, o que falta nesta foto são os fios e os postes no canteiro central! Simples assim!

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